Lígia, 24 anos. A pior hora é quando eu lembro que tenho que entrar aqui e atualizar esse número mais uma vez.

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*quinta-feira, 14 de junho de 2007

Uma coisa que eu nunca encontrei foi o fundo do poço.

Eu começo a achar que ele é mais uma das coisas que colocam na nossa cabeça crédula.

Ou vai ver, o tal poço é mágico ou possui um dispositivo que, tocado seu fundo, ele cria mais uns 20 metros de lama para baixo, prontos para serem cavados. Impressionante.

De tal maneira que o fundo nunca poderá ser alcançado, jamais. E, toda vez que alguém parecer tê-lo feito com sucesso, mais uma vez surgem mais uns 20 metros para baixo.

E o círculo vicioso não tem fim. E, graças à sede de vencer desafios da raça humana, tem sempre alguém dando sua colaboração para tentar alcançar o fundo do poço em definitivo. Impressionante mesmo.

Eu já acreditei no fundo do poço, assim como já acreditei no papai noel, em deus e mais meia dúzia de abobrinhas.

Eu pensava: "Não é possível, disso não passa" ou "Não é possível cavar mais fundo". Mas é impressionante como é.

Num outro tempo, eu assumi uma postura crédula e arrogante, e achava que nunca ia poder ver algo que me surpreendesse mais do que tudo que eu já tinha visto.

E olha que eu já tinha visto muita coisa.

Hoje não. Me despi de todas as minhas crenças estúpidas e admiti que ainda não vi um décimo de tudo que o engenho e a estupidez humana pode conceber.

E vou ficar esperando para ver daqui de cima. Porque acho que, no poço, eu ainda estou bem acima do fundo. E olha que eu também já cavei bastante.


por Amelie às 22:22 | 10 comentários

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