Lígia, 24 anos. A pior hora é quando eu lembro que tenho que entrar aqui e atualizar esse número mais uma vez.

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*terça-feira, 29 de maio de 2007

Depois de velha, resolveu aprender a ser boba e se apaixonou pelo moço que segurava seus livros no ônibus. Por alguns momentos, esqueceu todas as suas outras grandes paixões.

Naqueles trinta minutos, ele era só dela. Os lábios delicados, contrastando com a barba áspera, eram todos, só dela. Os olhos azuis e, - quem diria - os cabelos loiros e finos, cobrindo de leve a testa, eram só dela. As mãos grandes, porém finas, os dedos, tudo, tudo, era só dela.

Numa esquina da Lapa se conheceram, na altura da PUC se apaixonaram. Ao alcançar a Dr. Arnaldo, já eram um casal feliz na espera pelo primeiro filho. Era uma menina, e ia se chamar Luíza.

Na Av. Paulista, se separaram, quando o moço acordou de seu sono aparentemente profundo, se levantou e seguiu o destino de nunca mais se verem.

Ela também seguiu seu rumo. E, provavelmente, nem mesmo se lembrará mais dele até o final do dia.


por Amelie às 08:19 | 5 comentários

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