Lígia, 24 anos. A pior hora é quando eu lembro que tenho que entrar aqui e atualizar esse número mais uma vez.

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*segunda-feira, 7 de julho de 2008

"Ô tiiiiia!" Foi assim que ele me recebeu no dia que eu fui só dar um pulinho lá. Cauê, fácil de aprender porque é o único que tem o chapéu em cima do ê. "Ô tiiiiiia", pega e me puxa pela mão a cada cinco minutos. "Ele me bateu, quero brincar no cavalinho, olha o barquinho na minha blusa!"

"Hmmmmm, que cheirosa!!", uma por uma todas as mãozinhas limpas e perfumadas depois de fazer o xixi. "Cheira a minha, cheira a minha!"

"Aaalecrim, alecrim dourado, que não foi semeado". A brincadeira era a dança das cadeiras, mas o Jonathan só se interessava pela música. Calado, ele prendeu a mão entre as cadeiras e eu só percebi porque os olhos estavam cheios de lágrima. Não se aperreia por nada. Se o brinquedo não está lá, ele volta e fica mais um pouquinho no colo da tia Iracema. (fala baixo mas foi dele que eu mais gostei)

Sentamos numa roda e, quando eu percebi, ela já estava infiltrada no meu colo. "A Mikaele não pode ver uma pessoa nova!", me explicaram. Foi a manhã inteira de mãos dadas até a hora do almoço. "Tia, quero fazer xixi!!!" Meu deus, e agora?

Pra achar o Gabriel, é o ouvido que serve de guia: onde tiver gente chorando, é porque ele está por perto. Bonzinho, mas muito agitado. Levantou carrinho com menina em cima e tudo.

"Tia, olha, ele jogou a semente no chão!" - Ah, de ser a mais velha e a mais metida a sabe tudo que nem a Gabriella eu entendo bem. "Tia, é pra ficar de pé agora, não é? Tá vendo, eu disse que é pra ficar de pé!"

Ainda tem a Iara, a Thalita, o João e a Tuany, fora os que resolveram se presentear com umas férias durante o mês de julho.

Estou fazendo trabalho voluntário numa creche perto de casa.



por Amelie às 19:09 | 6 comentários

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