Lígia, 24 anos. A pior hora é quando eu lembro que tenho que entrar aqui e atualizar esse número mais uma vez.

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*quinta-feira, 8 de junho de 2006

Às vezes, em dias como hoje, em que as circunstâncias me levam a parar e pensar sobre a vida, eu recaio sobre duas hipóteses gerais sobre a minha singela existência:
a) eu estou fadada a sofrer neste plano, para merecer uma vida eterna, doce, bonita e feliz no paraíso;
b) eu tenho encosto, daqueles bravos.


Algumas pessoas têm a mania de dizer que a televisão deforma a mente da gente, mas eu compartilho nem um pouco dessa visão. Inclusive, considero incrível o tanto de coisas interessantes que se pode aprender com a televisão. Engraçado o fato desse pensamento ter me ocorrido enquanto assistia ao programa "Casos de Família" para o meu trabalho de Língua Portuguesa, mas isso não vem ao caso.
Um dos lemas que eu tenho na minha vida, por exemplo, eu tirei da saudosa novela "Senhora do Destino". Não sei se meus queridos leitores - e não sei se poderei chamá-los assim depois de lerem esse post insano - se lembram de um pensonagem dessa novela... Um velhinho bêbado, que era apaixonado por uma puta e que vivia reclamando do governo e da aposentadoria de merda que ele recebia? Então... uma vez, reclamando pra Deus, ele soltou a segunte pérola: "Maltrata mas não esculhamba!" Fantástico, não?

Então, eu como não posso saber qual é o meu futuro no além-morte, vou me virando como posso: comprarei amanhã mesmo meu sabão do descarrego e rogarei todas as noites antes de dormir: deus, me maltrata! mas não me esculhamba poxa!

Ah sim, esqueci de dizer: o título deste post é: "Onde será que eu enfiei minha cartela de Gardenal?"


por Amelie às 18:30 | 6 comentários

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